Tráfego P2P continua imparável Publicado 11 Dez 06
Apesar de todas as ameaças e pressões exercidas pelas quatro grandes majors da indústria discográfica e os seus braços institucionais como a RIAA (Recording Industry Association of America) e a IFPI ( International Federation of the Phonographic Industry), o que é certo é que o tráfego de dados com origem nas redes de partilha de ficheiros continua a aumentar, suplantando mesmo o tráfego gerado a partir da Web.
De acordo com dados de 2004, o P2P representava 60 por cento de todo o tráfego da Internet, quase o dobro do tráfego gerado pelo protocolo HTTP. Estes números constam de um estudo intitulado True Picture of P2P Filesharing da Cache Logic, uma empresa que comercializa tecnologias de reconhecimento e monitorização de P2P a fornecedores de acesso à Internet, a que a Read/Write Web faz menção a propósito de uma apresentação sobre o Estado da Internet de Mary Meeker, da Morgan Stanley, durante a conferência Web 2.0 que teve lugar em São Francisco no início do mês passado. No site da CacheLogic está também outro estudo mais recente relativo a 2005 sobre “os padrões de utilização em mudança do P2P e a sua evolução em direcção ao uso legítimo”.
Alguns dados interessantes que se podem retirar dali: Em 2004, o protocolo BitTorrent constituia a maior rede P2P em termos de transferência de dados - representando 30 por cento de todo o tráfego da Internet -, seguido de perto pela eDonkey, sendo as duas redes maiores que a FastTrack do KaZaa, o anterior número um que vinha a registar um declínio acentuado. Contudo, em 2005 a eDonkey tinha já ultrapassado a BitTorrent em quase todo o mundo (Europa, América do Norte e América Latina), com a excepção da
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[...] levar a uma redução geral da velocidade dos downloads da rede. Aqui, o Smaran contrapõe com os dados da CacheLogic relativos a 2004, que indicavam que a partilha de ficheiros via BT representava um [...]
Comentário de » O P2P está morto. Longa vida ao P2P! em 4 Fev 07 07:17.