adobe creative suite cs3 upgrade cheap place to buy Adobe Fireworks CS5 adobe creative suite trial adobe photo shop creative suite cheap place to buy Adobe Fireworks CS5 for Mac download os x adobe fireworks cs3 adobe creative suite premium 1.3 education cheap place to buy Adobe InCopy CS5 adobe creative suite review adobe premiere pro tutorials cheap place to buy Adobe InCopy CS5 for Mac adobe creative suite registration hack tutorial keying in adobe premiere pro cheap place to buy Adobe SoundBooth CS5 for Mac adobe premiere pro cs3 ship date adobe premiere pro ccs3 cheap place to buy Adobe SoundBooth CS5 adobe creative suite and academic adobe incopy review cheap place to buy Adobe Premiere Pro CS5 for Mac adobe creative suite 2 release adobe premiere pro tryout download cheap place to buy Adobe Premiere Pro CS5 adobe premiere pro 2 face blur adobe creative suite 2 serial cheap place to buy Adobe Contribute CS5 adobe premiere pro v2 tryout crack creative suite adobe cheap place to buy Adobe Contribute CS5 for Mac adobe creative suite activation patch adobe premiere pro tips cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Premium adobe creative suite 1.3 academic adobe cs2 creative suite cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac adobe premiere pro export to tape adobe premiere pro audio tutorial cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Standard adobe premiere pro keyboard adobe premiere pro v7.0 download cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Production Premium adobe premiere jpg import problem adobe fireworks wikipedia the free encyclopedia cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac 1.5 adobe premiere pro serial for adobe fireworks cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Web Premium best price for adobe creative suite adobe premiere pro 2.0 key gen cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac adobe creative suite upgrade from photoshop

O enterro do debate sobre a partilha de ficheiros

by Miguel Caetano on 5 de Maio de 2007


O vídeo de cima foi filmado na noite de 30 de Abril no ponto mais alto da Suécia e refere-se a um ritual tradicional por ocasião da celebração de um feriado. A festa chama-se Walpurgis e é comemorada todos os anos nos países da Europa do Norte e Central. Como explica o Rasmus Fleischer no Copyriot, os suecos do Piratbyrån (um thinktank em defesa da pirataria e cujo nome significa qualquer coisa como “Agência de Pirataria” em português) aproveitaram a data para subverter o ritual e organizar uma espécie de performance com fogueira, máscaras e música. A ocasião serviu também para fazer uma queimada do livro Copy Me, uma antologia editada em 2005 que continha uma recolha dos textos sobre direitos de autor publicados no site do colectivo e onde constavam ensaios de nomes como James Boyle, Paolo Virno, Brian Holmes e o grupo neoísta italiano Wu Ming, bem como uma entrevista com os Public Enemy, entre outros.

Durante a queimada, procedeu-se à leitura de um comunicado onde se declarou o debate sobre a partilha de ficheiros como “morto e enterrado”. Os membros do Piratbyrån consideram que chegou a hora de parar com a discussão sobre a moralidade e legalidade da partilha de ficheiros. Uma vez que a utilização de um computador ligado a uma rede digital implica sempre a cópia de dados faz mais sentido discutir “as boas e más formas de arquivar, indexar, ligar em rede e copiar”. Podem ler o texto completo da mensagem aqui (em inglês). No Flickr está também disponível um set de imagens sobre o evento.

O que me levou a escrever sobre esta cerimónia – que, embora tenha a sua piada, vale mais pelo simbolismo do que por outra coisa, pois a página do “livro” continua disponível online – foi a resposta de Bill Drummond ao vídeo. É que se repararam, a música que acompanha as imagens é dos míticos KLF de Drummond e Jimmy Cauty. Estes dois terroristas sónicos ficaram famosos não só por terem assinado uma série de êxitos de música House e Techno no final dos anos 80-início dos 90, mas também pelas suas performances xamanísticas.


A mais famosa delas todas ocorreu em 1994 – dois anos após terem anunciado, para espanto de todo o mundo o fim da carreira da banda -, quando os dois decidiram queimar um milhão de libras em dinheiro vivo numa fogueira em protesto contra a ganância dos artistas (não é à toa que eles se chamavam Kopyright Liberation Front!). Para comprovar a verdade dos factos ficou o filme The K Foundation burn a million quid, cuja segunda parte – de um total de cinco – podem ver em cima.

Por ironia do destino, Drummond reparou no vídeo do ritual dos membros do Piratbyrån e respondeu-lhes anexando uma mensagem que tinha escrito naquela mesma noite a respeito de The 17, o seu mais recente projecto que tem como objectivo recuperar a essência performativa, presencial e em tempo real da música. O desafio é conceber novas práticas de composição musical que proporcionem uma experiência inigualável: música que nunca se limite a ser uma banda sonora, uma mercadoria predestinada ao consumo; em suma, que ultrapasse as limitações da música registada em disco. O resultado é a improvisação totalmente livre em forma de coro, sem qualquer apoio instrumental. A mesnagem do Bill Drummond que o Ramus publicou no Copyriot vem em baixo:

AN INVITATION

A time has arrived where we can (in theory and almost in practise) listen to any recorded music, from the entire history of recorded music, wherever, whenever while doing whatever we want.

This has meant our relationship with music is rapidly and fundamentally changing faster than it has done for many decades.

This is good for numerous reasons.

But a by-product of this is, recorded music will no longer contain the meaning it once held for us. This will entail it no longer gives us what we need and desire from it. Once a music has lost it’s meaning it has no value.

Thus as we edge our way deeper into the 21st Century we will begin to want music that can not be listened to wherever, whenever while doing whatever. We will begin to seek out music that is both occasion and place specific, music that can never be merely a soundtrack. We will demand music where we are no longer just the consumers, unwitting or otherwise.

The era of recorded music is now passing and within the next decade it will begin to look and sound like a dated medium. Recorded music will be perceived as an art form very much of the 20th Century.

The above notions excite me. This excitement has brought about The17. The17 rejects all that the era of recorded music had to offer and attempts to embrace the unknown opportunities of what lies ahead.

Please accept my invitation to embrace the unknown opportunities of what lies ahead in whatever way excites you.

Bill Drummond
www.the17.org

Bookmark e Compartilhe

Não existem artigos relacionados.

This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.

{ 2 trackbacks }

Remixtures » Blog Archive » Dia 21 não há música para ninguém
20 de Novembro de 2007 ás 0:03
Digressão Verão 2008 do Pirate Bay: o autocarro pirata anda por aí | Remixtures
13 de Julho de 2008 ás 21:00

{ 0 comments… add one now }

Leave a Comment

Previous post:

Next post: