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O modelo de negócio da música antes e depois da Internet Publicado 3 Ago 07

Querem saber porque é que os músicos já não necessitam das quatro grandes companhias discográficas (Sony BMG, Univeral Music Group, Warner Music Group e EMI) nos dias de hoje? A resposta está aqui, numa explicação visual que fala por si. Dois diapositivos que eu encontrei via Netlabelism.

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Algumas respostas a “O modelo de negócio da música antes e depois da Internet” :

  1. [...] um e um, dois; dois e dois, quatro; três e três, seis… Publicado em Pauta, Media por Hugo Torres no Agosto 5th, 2007 Dois slides bem explicativos sobre a necessidade de intermediários na indústria discográfica nos nossos dias, via Remixtures: [...]

    Comentário de um e um, dois; dois e dois, quatro; três e três, seis… « Sozinho a desenhar em 5 Ago 07 19:44.
  2. Miguel, sabes que eu não partilho desta visão. Aliás, as minhas investigações apontam para um caminho bastante diferente quer em Portugal quer em outras partes do mundo em relação a esta visão romântica do controlo da produção. A verdade é que estamos a falar de organizações ainda com fortes interesses financeiros e cujo negócio não vai desaparecer de um dia para o outro. O que está a acontecer é primeiro a reformulação da cadeia de valor das editoras, onde as áreas do new media, exploração do merchandising e percentagens sobre os fee cobrados por espectáculos vão passar a ser o paradigma. Depois, os grupos de media encontram-se cada vez mais concentrados e o acesso a essas plataformas de distruição vão continuar nas mãos de meia duzia de organizações capitalista, sendo que a mediação entre a produção musical e o consumo irá continua a ser feita, mas de outra forma apenas.

    Uma das grandes mudanças a nivel global que vai acontecer, isso sim, é a incapacidade do mercado aguentar a actual quantidade de majors, sendo que o mais provavel é a concentração a curto prazo em 3 grandes editoras: SonyBmg (que já se fundiram); EMI/Warner (será inevitável, mm com a aquisição da Terrafirme); e Universal Music (que vai continuar a subsistir pq tem uma forma de organização internacional diferente das restantes, pois dá grande autonomia às suas organizações que compôem a companhia.

    Comentário de Mikasmokas em 5 Ago 07 20:40.
  3. Mikas,

    até concedo que poderá ocorrer uma maior concentração do sector que poderá colocar problemas à distribuição de música por parte de artistas independentes e afunilar a oferta ainda mais.

    Agora, não concordo que essa concentração será liderada pelas majors, muito pelo contrário. Até acho que elas serão progressivamente relegadas para uma posição irrelevante. Talvez elas se acabem por “devorar” umas às outras, mas os agentes que irão controlar uma parte cada vez mais considerável da indústria musical serão empresas de distribuição e fabrico de hardware como a Apple. O monopólio que a empresa do Steve Jobs detém sob o mercado de software-clientes e leitores portáteis será bastante decisivo no futuro.

    Comentário de Miguel Caetano em 5 Ago 07 21:18.
  4. [...] O modelo de negócio da música antes e depois da Internet [...]

    Comentário de Remixtures » Blog Archive » Thinnerism - a música2.0 da perspectiva das netlabels em 13 Nov 07 10:08.
  5. [...] O modelo de negócio da música antes e depois da Internet [...]

    Comentário de Remixtures » Blog Archive » Analista da bolsa aconselha Warner Music a oferecer música grátis com anúncios em 13 Nov 07 11:53.
  6. [...] O modelo de negócio da música antes e depois da Internet [...]

    Comentário de Remixtures » Blog Archive » Músicos canadianos contra processos por partilha de ficheiros e DRM em 13 Nov 07 12:55.
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