Já falei aqui em Fevereiro passado do Grooveshark, um dos serviços legais de partilha de músicas via P2P que recompensa os utilizadores que contribuem na partilha. Na altura encontrava-se apenas em estado de vapourware. Pois bem, em Março o Grooveshark abriu as portas em modo beta.
Entretanto, em Maio os seus criadores anunciaram a assinatura de um acordo de distribuição com a netlabel comercial Magnatune e a etiqueta independente britânica V2 Music Group (Dave Matthews Band, Bloc Party, Aimee Mann, Granddaddy e Stereophonics), bem como o selo de música clássica Naxos.
Agora e de acordo com a TechCrunch, o Grooveshark decidiu aumentar o montante da percentagem sobre as vendas de cada música atribuída aos uploaders de 10 cêntimos para 25 cêntimos de dólar. O serviço funciona da seguinte forma: o utilizador efectua o upload de qualquer faixa disponível no seu disco rígido – não importa se tenha sido adquirida legalmente ou não – e qualquer outro utilizador pode escutar essas músicas sem pagar nada.
Mas se quiser efectuar o download das faixas – sem qualquer tipo de DRM, como é óbvio -, mediante o pagamento de 99 cêntimos cada. Em troca, o utilizador que fez o upload original recebe uma parte do dinheiro da venda. Este montante que era antes de 10 cêntimos foi agora aumentado para 25 cêntimos. Os restantes 74 cêntimos são divididos entre as companhias discográficas, os artistas e a empresa.
Outra novidade é que em vez de se ter que contribuir com dez músicas para poder descarregar uma de borla, agora bastam quatro. Os utilizadores que se voluntariam para verificar as tags ID3 de cada faixa, recomendar outras músicas e artistas e publicar críticas de álbuns também recebem outros benefícios adicionais.
A grande vantagem do recurso ao P2P é que os custos de distribuição com largura de banda e espaço de armazenamento são reduzidos ao mínimo indispensável. Até ao momento, o Grooveshark conta cerca de 3,5 milhões de músicas no seu catálogo. Mas será que este modelo é viável a longo prazo? Muito sinceramente não me parece que a empresa consiga vir a ocupar mais do que um nicho de mercado… Isto porque os utilizadores de P2P não estão habituados a consumir música à unidade mas sim em grandes quantidades, isto é, discografias inteiras de um artista de uma só vez. E para satisfazer essa voracidade só mesmo criando um serviço de subscrição mensal…
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Oi pessoal visitem o meu blog http://golfinhoalegre.blogspot.com Visitem!!! (muito engraçado este blog, continuem).
O grande beneficio do nosso servico nao ‘e so’ a venda e compra de musica, mas sim nossa comunidade e o nosso sistema de recomendacoes. Obrigado por seu interesse em nosso servico. Ficarei feliz em responder outras duvidas que voce tenha.
Oi Paulo,
nossa!! Fiquei surpreendido! Não sabia que havia um lusófono a bordo do Grooveshark! Fabuloso!