This page has been designed specifically for the printed screen. It may look different than the page you were viewing on the web.
Please recycle it when you're done reading.

The URI for this page is { http://remixtures.com }

TuneCore: foi você que pediu 7 milhões de dólares para distribuir música para o iTunes? Publicado 28 Out 08

Lá porque os tempos estejam difíceis, isso não quer dizer que o dinheiro oriundo das torneiras das empresas de capital de risco tenha deixado de jorrar para as startups da Música 2.0. No entanto, é bem provável que estas rondas de financiamento que foram anunciadas nas últimas semanas tenham representado o culminar de um processo de negociações ocorrido ao longo de uma série de meses.

Depois de ter estabelecido um acordo com o serviço de streaming de música iLike na semana passada, a distribuidora digital nova-iorquina TuneCore acaba de divulgar que conseguiu recolher sete milhões de dólares (5,65 milhões de euros) em financiamento da empresa de capital de risco Opus Capital, de acordo com o Venture Beat e o The Note. Esse montanto que esse dinheiro servirá para investir mais em marketing e no desenvolvimento de serviços adicionais.

A grande vantagem da TuneCore face a outras distribuidores digitais como a CD Baby, por exemplo - que cobra nove por cento das receitas sobre as vendas das músicas -, ela não cobra qualquer percentagem, limitando-se a aplicar uma tarifa plana inicial de cerca de 30 a 40 dólares para distribuir um álbum para uma série de lojas de música online.

Mas há quem considere que o modelo da TuneCore não é tão inovador como isso, uma vez que até agora a empresa não disponibiliza quaisquer serviços de promoção e marketing. Na opinião de Bruce Houghton do Hypebot, empresas como a ReverbNation já permitem a distribuição de músicas para sites de venda de downloads como o iTunes, Amazon, Napster, Rhapsody ou eMusic segundo o mesmo modelo de tarifa plana, para além de disponibilizar um pacote de ferramentas e widgets promocionais virais. E neste aspecto, a TuneCore parte claramente em desvantagem. Aliás, não será de admirar muito se dentro de pouco tempo outras companhias da Música 2.0 começarem a oferecer de borla serviços de distribuição como brinde grátis no contexto de outros modelos de negócio mais abrangentes.

Artigos relacionados:

Trackback URL
Deixe a sua opinião sobre este artigo: