adobe creative suite cs3 upgrade cheap place to buy Adobe Fireworks CS5 adobe creative suite trial adobe photo shop creative suite cheap place to buy Adobe Fireworks CS5 for Mac download os x adobe fireworks cs3 adobe creative suite premium 1.3 education cheap place to buy Adobe InCopy CS5 adobe creative suite review adobe premiere pro tutorials cheap place to buy Adobe InCopy CS5 for Mac adobe creative suite registration hack tutorial keying in adobe premiere pro cheap place to buy Adobe SoundBooth CS5 for Mac adobe premiere pro cs3 ship date adobe premiere pro ccs3 cheap place to buy Adobe SoundBooth CS5 adobe creative suite and academic adobe incopy review cheap place to buy Adobe Premiere Pro CS5 for Mac adobe creative suite 2 release adobe premiere pro tryout download cheap place to buy Adobe Premiere Pro CS5 adobe premiere pro 2 face blur adobe creative suite 2 serial cheap place to buy Adobe Contribute CS5 adobe premiere pro v2 tryout crack creative suite adobe cheap place to buy Adobe Contribute CS5 for Mac adobe creative suite activation patch adobe premiere pro tips cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Premium adobe creative suite 1.3 academic adobe cs2 creative suite cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac adobe premiere pro export to tape adobe premiere pro audio tutorial cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Standard adobe premiere pro keyboard adobe premiere pro v7.0 download cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Production Premium adobe premiere jpg import problem adobe fireworks wikipedia the free encyclopedia cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac 1.5 adobe premiere pro serial for adobe fireworks cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Web Premium best price for adobe creative suite adobe premiere pro 2.0 key gen cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac adobe creative suite upgrade from photoshop

YouTube a perder dinheiro, muito dinheiro: 470 milhões de $

by Miguel Caetano on 6 de Abril de 2009

Agora já sabemos porque é que a subsidiária do Google não hesitou em bloquear o acesso a milhares de videoclips tanto no Reino Unido como na Alemanha. Não foi só por causa dos valores exorbitantes solicitantes pelas sociedades de gestão colectiva PRS e GEMA.

É que menos vídeos significa menos utilizadores o que em consequência equivale a mais despesas com largura de banda. E uma vez que segundo o Credit Suisse, a YouTube poderá registar este ano perdas recordes, não admira que a empresa esteja a fazer tudo por tudo para reduzir as despesas. Em declarações ao site Multichannel News, os analistas do banco estiram que a empresa poderá perder 470 milhões de dólares (350 milhões de euros) em 2009.

Apesar de preverem que o site de partilha de vídeos venha a gerar 240 milhões de dólares em receitas publicitárias (cerca de 180 milhões de euros) o que representa uma subida de 20 por cento em relação a 2007, as suas despesas com licenciamento, hardware, marketing, etc. deverão ascender a 711 milhões de dólares (530 milhões de euros).

Mais de metade dessas despesas – 360 milhões de dólares ou 395 milhões de euros – terão a ver com largura de banda, ao passo que 36 por cento serão relacionadas com o licenciamento de conteúdos – 256 milhões de dólares ou 191 milhões de euros.

Só nos apercebemos da triste sina da YouTube quando comparamos a subida de 20 por cento prevista para as receitas receitas com o crescimento de 38 por cento estimados para o tráfego do site, o que em termos brutos corresponde a 75 mil milhões de vídeos visualizados. Ou seja, isto quer dizer que a empresa tem toda a vantagem em bloquear videoclips musicais caso não consiga obter qualquer dinheiro daí. Mais ainda, ao contrário do que a PRS dá a entender, a Google não é uma máquina de fazer dinheiro.

Não é a YouTube que tem toda a vantagem em ter os vídeos dos artistas britânicos mas sim as editoras e as sociedades de gestão colectiva. Mas o que aconteceria se de hoje para amanhã a YouTube desaparecesse? Será que a PRS se daria ao trabalho de alojar no seu próprio site os artistas dos seus afiliados? Largura de banda custa e a actual recessão económica só veio provar que o streaming via HTTP a partir de servidores centralizados é um mecanismo de distribuição bastante dispendioso. Já era tempo de começar a pensar a sério em plataformas P2P!

(foto de purpleslog segundo licença CC-BY 2.0)

Bookmark e Compartilhe

Artigos relacionados:

  1. Compositores britânicos ganham dinheiro com vídeos de utilizadores no Youtube
  2. Artistas querem saber do dinheiro da publicidade do YouTube
  3. Perdas do YouTube menores do que se pensava devido a “descontos” dos ISPs
  4. Grandes editoras discográficas dominam Top dos vídeos mais vistos no YouTube
  5. YouTube incorpora links para comprar downloads no iTunes e na Amazon

This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.

{ 5 comments… read them below or add one }

1 Nelson Cruz 7 de Abril de 2009 ás 14:43

Pois é… a PRS muito se queixou do Google ter milhões de lucro e não o querer partilhar com os artistas. Esqueceram-se é q estavam a olhar para os resultados totais da Google, e não para os resultados do youtube. O youtube não é lucrativo, pelo contrário! Se a Google perde dinheiro com os videos musicais, por ter de pagar licenças exorbitantes para além da largura de banda, então tem todo o direito de remover esses videos. A Google como empresa privada que é, não tem qualquer obrigação de andar a subsidiar o youtube com receitas provenientes de outras divisões.

Faz perfeito sentido. Excepto para aqueles que recebem um serviço de gratuito de alojamento e divulgação, e que ainda querem ser pagos por isso!

Gostava de ver estas sociedades aumentarem o valor das licenças exigidos às rádios para valores igualmente incomportáveis, e depois chorarem q ninguém passa as suas músicas e tentarem justificar-se com os grandes lucros dos grupos de comunicação por detrás das principais rádios.

Responder

2 Miguel Caetano 7 de Abril de 2009 ás 15:06

Gostava de ver estas sociedades aumentarem o valor das licenças exigidos às rádios para valores igualmente incomportáveis, e depois chorarem q ninguém passa as suas músicas e tentarem justificar-se com os grandes lucros dos grupos de comunicação por detrás das principais rádios.

Admira-te! Nos Estados Unidos as editoras e a RIAA andam a tentar convencer o Senado a permitir a cobrança de royalties às rádios… É certo que lá as estações não pagam nada mas o valor que elas exigem não deve ser baixo.

Responder

3 Miguel Caetano 7 de Abril de 2009 ás 15:07

"Gostava de ver estas sociedades aumentarem o valor das licenças exigidos às rádios para valores igualmente incomportáveis, e depois chorarem q ninguém passa as suas músicas e tentarem justificar-se com os grandes lucros dos grupos de comunicação por detrás das principais rádios."

Admira-te! Nos Estados Unidos as editoras e a RIAA andam a tentar convencer o Senado a permitir a cobrança de royalties às rádios… É certo que lá as estações não pagam nada mas o valor que elas exigem não deve ser baixo.

http://blog.wired.com/business/2009/03/bill-corga...

Responder

4 Nelson Cruz 7 de Abril de 2009 ás 23:15

Pois, eu sei… andam para lá a dizer parvoices tipo "a rádio é pirataria" de modo a forçar essa alteração. E embora até possa concordar com essa alteração da lei, chamar-lhe pirataria é ridiculo. 1º aparentemente só agora se lembraram disso, e 2º a lei actual permite-o! Há lá gente q chama pirataria, roubo, etc, a tudo o q não lhes agrada, independente de ser legal ou não.

As rádios nos EUA tb já pagam umas taxas, mas apenas aos autores/compositores das músicas. Aos artistas executantes (a quem as editoras poderiam ir buscar uma parte) não pagam nada, pq a rádio serve de promoção. E de facto durante muitos anos foram as editoras a pagar, ilegalmente, ás estações de rádio para passar as músicas q lhes interessava promover.

Curiosamente até me lembro desta questão ser usada como arma de contra-ataque por parte da união europeia e/ou do canadá, quando os EUA pressionaram para que adoptassem umas certas alterações nas leis de direitos de autor. Lembraram aos EUA que já tinham outras medidas (como as taxas de rádio e da cópia privada) que não tinham parelo na legislação americana.

Responder

5 Nelson Cruz 7 de Abril de 2009 ás 23:16

Queria obviamente dizer "paralelo" na última frase.

Responder

Leave a Comment

Previous post:

Next post: