adobe creative suite cs3 upgrade cheap place to buy Adobe Fireworks CS5 adobe creative suite trial adobe photo shop creative suite cheap place to buy Adobe Fireworks CS5 for Mac download os x adobe fireworks cs3 adobe creative suite premium 1.3 education cheap place to buy Adobe InCopy CS5 adobe creative suite review adobe premiere pro tutorials cheap place to buy Adobe InCopy CS5 for Mac adobe creative suite registration hack tutorial keying in adobe premiere pro cheap place to buy Adobe SoundBooth CS5 for Mac adobe premiere pro cs3 ship date adobe premiere pro ccs3 cheap place to buy Adobe SoundBooth CS5 adobe creative suite and academic adobe incopy review cheap place to buy Adobe Premiere Pro CS5 for Mac adobe creative suite 2 release adobe premiere pro tryout download cheap place to buy Adobe Premiere Pro CS5 adobe premiere pro 2 face blur adobe creative suite 2 serial cheap place to buy Adobe Contribute CS5 adobe premiere pro v2 tryout crack creative suite adobe cheap place to buy Adobe Contribute CS5 for Mac adobe creative suite activation patch adobe premiere pro tips cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Premium adobe creative suite 1.3 academic adobe cs2 creative suite cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac adobe premiere pro export to tape adobe premiere pro audio tutorial cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Design Standard adobe premiere pro keyboard adobe premiere pro v7.0 download cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Production Premium adobe premiere jpg import problem adobe fireworks wikipedia the free encyclopedia cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac 1.5 adobe premiere pro serial for adobe fireworks cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Web Premium best price for adobe creative suite adobe premiere pro 2.0 key gen cheap place to buy Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac adobe creative suite upgrade from photoshop

Reino Unido: lá se foi a resposta gradual!

by Miguel Caetano on 16 de Junho de 2009

O sonho da indústria de entretenimento britânica era suspender ou mesmo cortar a ligação à Internet dos partilhadores mas o governo britânico já tinha dito por diversas vezes que não fazia tenção de implementar um mecanismo de resposta gradual.

Daí que foi sem grande surpresa que o relatório Digital Britain divulgado hoje pelo executivo de Gordon Brown seja parco em grandes medidas no combate à partilha de ficheiros online. O documento destina-se a definir as linhas-mestras da estratégia de adaptação da economia do Reino Unido para a era digital.

Para diminuir ainda mais as expectativas das editoras discográficas e sociedades de gestão colectiva de direitos de autor, hoje de manhã – horas antes da publicação do relatório – o Times publicou um artigo de opinião em que o primeiro-ministro disse mesmo que o acesso à Internet é tão indispensável como a electricidade, o gás ou a água. Embora não seja o mesmo do que fazer equivaler a Internet a um direito fundamental, a posição de Brown não se afasta muito da que o Parlamento Europeu exprimiu na emenda 138 do Pacote Telecom.

Depois de almoço, chegou a vez do ministro da Cultura Ben Bradshaw apresentar o relatório. E a verdade é que as medidas aí incluídas são bastante vagas, limitando-se a deixar no ar algumas sugestões. Segundo a Music Ally e a Billboard, o texto começa por definir um objectivo: reduzir em 70 a 80 por cento a “pirataria” online até 2011.

O melhor de tudo é que as medidas tecnológicas que se especulava que viessem a ser implementadas apenas entrarão em acção num futuro hipotético. Ao contrário do que se previa, as sanções não serão aplicadas por uma suposta Digital Rights Agency mas sim pela Ofcom, entidade reguladora do mercado britânico das telecomunicações. Numa primeira fase, a Ofcom será encarregada de obrigar os fornecedores de acesso à Internet a notificarem os assinantes cujas contas indiciam ter sido usadas para infringir os direitos de autor. Os ISPs serão também obrigados a disponibilizarem os dados dos partilhadores reincidentes, caso os tribunais o solicitem.

Agora, como é que a indústria parasítica do copyright irá convencer um tribunal de que um endereço IP é uma prova suficientemente forte para demonstrar que o subscritor da ligação foi de facto o responsável pela infracção é que eu não sei…

Caso este sistema de notificações e cartinhas não resultar numa diminuição significativa (70 por cento) da actividade de pirataria online no prazo de 12 meses – o que é bastante provável, a avaliar pelo falhanço do memorando assinado em Julho passado entre os ISPs e os titulares de direitos britânicos e que serviu de inspiração para este modelo -, entra em acção uma segunda fase.

Aqui, a Ofcom terá como missão forçar os ISPs a bloquearem protocolos, portas, sites Web e endereços IP, a diminuir a velocidade de ligação dos partilhadores e/ou a filtrar e identificar conteúdos não autorizados. Só gostava de saber é como é que o governo britânico pretende medir a evolução da taxa de pirataria online. Será que as indústrias do sector terão mais uma vez a oportunidade de inventar uns números à pressão ou será que o governo irá conceder à Ofcom a autoridade de monitorizar o tráfego de Internet dos internautas britânicos através de um spyware compatível apenas com Windows.

Quem vai acabar por pagar este conjunto de medidas ao serviço dos parasitas do copyright vão ser os fornecedores de acesso à Internet: para além de um custo inicial de implementação no valor de 35 milhões de libras (41,5 milhões de euros), por cada ano adicional o Estado – terão que contribuir com 50 milhões de libras (59,3 milhões de euros). Por seu lado, os benefícios para os titulares de direitos são estimados em 200 milhões de libras (237 milhões de euros). Se é assim, então porque não “convidar” os detentores de direitos a comparticiparem as despesas dos ISPs?

No fim de contas, políticas como estas tomadas de cima para baixo acabam sempre por ser um desperdício de dinheiro e por prejudicar os cidadãos/contribuintes/eleitores inocentes. Não admira por isso o florescimento de vários Partidos Pirata um pouco por toda a Europa. É sinal de que nós também queremos ser ouvidos!

Bookmark e Compartilhe

Artigos relacionados:

  1. Reino Unido: ISPs e indústria discográfica de costas voltadas
  2. Reino Unido quer que ISPs acabem com downloads ilegais até 2009
  3. Primeiro-ministro britânico nega planos para implementar resposta gradual
  4. Governo britânico vai mesmo avançar com resposta gradual
  5. Parlamento Europeu rejeita resposta gradual contra utilizadores de P2P

This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.

{ 6 comments… read them below or add one }

1 sonoropt 17 de Junho de 2009 ás 0:52

Querem por censura e nível mundial onde isto vai parar..

plano A
plano B

plano C >clientes hhe e nesse que eu estou..

Uma vergonha ao que estamos a ver .. venham mais partidos pirata.. ver se acabam com estes xupistas

Responder

2 Nuno Miguel 17 de Junho de 2009 ás 2:59

Leituras: Reino Unido: lá se foi a resposta gradual! http://tinyurl.com/ljmbo9

Responder

3 A_F 17 de Junho de 2009 ás 13:45

"Quem vai acabar por pagar este conjunto de medidas ao serviço dos parasitas do copyright vão ser os fornecedores de acesso à Internet" … que repercutirão instantaneamente os ditos custos nos clientes :D

Ou seja, pagamos mais para menos :D

Responder

4 Carlos Augusto 17 de Junho de 2009 ás 16:39

O parasita do pirata a chamar parasita a quem trabalha, a quem investe, a quem dá trabalho… claro que não me surpreende, já disseste tantas baboseiras, essa é só mais uma.

Responder

5 Miguel Caetano 17 de Junho de 2009 ás 16:53

Caro Carlos Augusto:

Se há alguém que trabalha no duro sem receber nada sou eu, a desmontar as mentiras que os senhores engravatados da indústria discográfica e cinematográfica propagam através dos meios de comunicação social tradicionais. Esses sim é que são parasitas e não autores como os bloggers, músicos de quarto e videocineastas independentes espalhados pelo mundo que produzem sem estarem à espera que um tesouro lhes caia do céu. São parasitas porque trabalham para empresas que não contribuem nada para a arte e para a criatividade (basta olhar para a história do Rock N' Roll…) e que se limitam a financiar os artistas sempre com a expectativa de receberem balúrdios de dinheiro. Nesse sentido, eles são tão criticáveis como os banqueiros e financeiros que arruinaram a economia ocidental.

Responder

6 netshark 19 de Junho de 2009 ás 10:41

Caro carlos,

Já aqui foi dito a pessoas com semelhante discurso: Cuidado com a atribuição leviana que faz dos adjectivos e estereotipos as pessoas. É que pode estar a referir-se a um filho ou familar seu.
E o A_F está coberto de razao. Que são hoje as grandes editoras senão parasitas?
Está lembrado dos processos judiciais que musicos proiminentes puseram ás suas proprias editoras, ainda nos anos 90, por contratos abusivos?
Dou-lhe uma dica de um caso, cujo nome do começa por George e acaba em Michael.
E mais não digo porque já estou a fugir ao assunto desta thread.

Responder

Leave a Comment

Previous post:

Next post: