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Archives - Posts tagged as 'tecnologias de controlo'

Decisão do caso Torrent Spy v. MPAA poderá comprometer privacidade dos internautasPublicado 7 Ago 08

TorrentSpy

No final do mês passado, Justin Bunnell, o proprietário do tracker de BitTorrent TorrentSpy que encerrou em Março, apresentou um recurso ao Tribunal de Apelo do Nono Circuito dos Estados Unidos da decisão de um juiz segundo a qual a Associação da Indústria Cinematográfica Norte-americana (MPAA) não tinha violado quaisquer leis quando interceptou uma série de emails confidenciais trocados entre os funcionários da companhia.

Os factos que constam do processo remontam a 2005, quando Robert Anderson, um antigo funcionário da Valence Media, a empresa proprietária do TorrentSpy,  entrou em contacto com a MPAA no sentido de lhe vender as mensagens de correio electrónico que tinha conseguido redireccionar do servidor de email do TorrentSpy para a sua conta pessoal no Gmail. Como o grupo de pressão dos grandes estúdios de Hollywood só lhe ofereceu 15 mil dólares pela informação, Anderson acabou por confessar a sua traição à equipa do TorrentSpy.

Esta confissão acabou por servir de base ao processo instaurado em Maio de 2006 pelo tracker de BitTorrent à MPAA por conspiração e violação de privacidade. Contudo, no final de Agosto do ano passado um juiz de um tribunal federal da Califórnia indeferiu o processo argumentando que os emails estiveram guardados no servidor de correio electrónico por vários milisegundos antes de serem copiado e redireccionados, logo, não foram tecnicamente interceptados.

Mas no final da semana a Electronic Frontier Foundation (EFF) enviou ao tribunal uma petição do tipo "friend-of-the-court brief" (via P2P Blog) ao Tribunal de Apelo do Nono Circuito dos Estados Unidosonde manifesta a sua preocupação com o facto de tal decisão poderá ter implicações bastante perigosas para a privacidade de todos os internautas norte-americanos na medida em que dá carta branca ao governo e aos fornecedores ...

Filtros não conseguem identificar conteúdos ilegais em redes de P2PPublicado 5 Ago 08

Numa altura em que o governo de George W. Bush se prepara para aprovar uma lei que obrigará as universidades norte-americanas a adoptarem planos de filtragem de conteúdos e poucas semanas depois de seis ISPs britânicos terem assinado um memorando com a indústria do disco e do cinema que prevê a aplicação de "medidas técnicas" aos partilhadores reincidentes, a Autoridade Australiana para os Media e as Comunicações (ACMA) acaba de publicar um relatório que demonstra que apesar dos progressos verificados no domínio das tecnologias de filtragem de conteúdos online nos últimos três anos, estas continuam a ser bastante "burras".

O documento integra os resultados de uma série de testes de filtragem de conteúdos na Internet ao nível do fornecedor de acesso à Internet realizados pelo Departamento de Banda Larga, Comunicações e Economia Digital do governo australiano segundo os quais embora os produtos testados sejam capazes de filtrar sites da Web que disponibilizam conteúdos ilegais/inapropriados ou bloquear protocolos de rede P2P como o BitTorrent, eles não conseguem identificar os conteúdos ilegais ou inapropriados partilhados nas redes de partilha de ficheiros

Segundo o que se pode ler na página 45, os seis produtos testados - que não foram identificados - apenas conseguem filtrar tráfego HTTP e HTTPS. No que diz respeito a todos os outros serviços e protocolos (P2P, instant messaging, email, newsgroups da Usenet ou outros protocolos personalizados), acontece uma de duas situações: ou bloqueiam absolutamente tudo - incluindo material perfeitamente legal e legítimo como distribuições do Linux e outro tipo de software livre, bem como música livre - ou deixam passar tudo. As únicas excepções referem-se a dois produtos que são capazes de identificar determinados conteúdos transportados via email e a outro que consegue identificar material ilegal emitido via streaming.

Aliás, o desempenho ...

Estudo revela que clientes dos 3 maiores ISPs britânicos fazem 65% dos downloads ilegaisPublicado 4 Ago 08

Eis um daqueles "estudos" da responsabilidade de entidades que têm claramente interesses na matéria mas que escondem a sua agenda por debaixo do manto de uma suposta "cientificidade". Estou a falar de uma pesquisa realizada pela Envisional, uma empresa britânica especializada na monitorização de "fraudes online, pirataria, contrafacção e violação de marca registada") divulgada pela PC Pro que indica que os clientes dos três maiores fornecedores de acesso à Internet são responsáveis por mais de 65 por cento dos downloads ilegais.

Depois de terem monitorizado mais de 28 mil endereços IP únicos de utilizadores que efectuaram downloads e uploads de torrents durante o mês de Junho, os analistas da Envisional chegaram à impressionante descoberta de que 22,6 por cento desses IPs pertenciam a clientes da Carphone Warehouse - a empresa responsável pelo serviço TalkTalk -, 11,6 por cento referiam-se a clientes da Virgin Media e 21,2 por cento a assinantes da BT (ex-British Telecom).

Em Julho, os resultados obtidos foram bastante semelhantes aos registados no mês anterior: 22,8 por cento para a Virgin Media, 21,5 por cento para a BT e 21,4 por cento para a Carphone Warehouse. Dito assim sem mais nem menos isto não quer dizer absolutamente nada. O facto dos três maiores ISPs de um país serem responsáveis pela maioria dos downloads ilegais não deve ser motivo de surpresa para ninguém.

O que realmente interessava era comparar a quota de mercado actual em termos de ligações domésticas de banda larga de cada um desses ISPs com essas percentagens. Infelizmente, nem a Envisional nem a PC Pro se deram a esse trabalho. Na verdade, este "estudo" da Envisional precisa de ser interpretado à luz do acordo estabelecido há cerca de duas semanas atrás entre seis fornecedores de acesso à Internet britânicos - incluindo Carphone Warehouse, Virgin Media e BT ...

Congresso dos EUA aprova lei que obriga universidades a filtrarem conteúdos ilegaisPublicado 3 Ago 08

A cada mês que passa surgem mais indícios de que os Estados Unidos estão prestes a tornar-se um Estado autoritário em que os que possuem dinheiro podem fazer com que a sua vontade seja imposta a todos os outros, com o beneplácito dos legisladores. É bem certo que no Remixtures apenas abordo os casos relacionados com propriedade intelectual e a partilha de ficheiros, mas isso não quer dizer que as restrições aos direitos dos cidadãos ocorram apenas aí.

Por outro lado, se para alguns a música é apenas um passatempo de ociosos, convém não menosprezar o poder simbólico e de incitamento em massa que ela teve junto de várias gerações de jovens ao longo das últimas décadas. Mas a terra da liberdade que deu a conhecer ao mundo Bob Dylan, Jimi Hendrix, Velvet Undergound, Ramones, Dead Kennedys tornou-se hoje um local inóspito para a liberdade.

Na quinta-feira passada, dia 31, a Câmara dos Representantes e o Senado aprovaram uma lei que introduz uma série de emendas à Higher Education Act de 1965, uma lei que regulamenta o estatuto das universidades e autoriza os programas federais de financiamento a estudantes. A lei agora aprovada e que irá quase de certeza ser assinada pelo ainda presidente George W. Bush inclui uma série de medidas destinadas a combater a "pirataria" e a partilha ilegal de ficheiros e teve origem num projecto de lei que foi apresentado em Novembro de 2007 que - como eu referi na altura - pretendia transformar as universidades em ciberpolícias a mando da RIAA e da MPAA.

Bem dito, bem feito. De acordo com a secção 488 do documento (página 115-116), as universidades são obrigadas a implementar "tecnologias de disuasão" que impeçam os downloads de conteúdos protegidos por direitos de autor ...

Comcast leva puxão de orelhas da FCC por fazer traffic shapingPublicado 1 Ago 08

A operadora de cabo norte-americana Comcast andou mesmo de facto a bloquear o tráfego de P2P. Quem o afirma é a Comissão Federal das Comunicações (FCC), o organismo regulador do mercado de telecomunicações nos EUA. Desta forma, a Comcast violou os quatro princípios da neutralidade da rede fixados pela FCC em Setembro de 2005 com vita a assegurar uma Internet aberta e neutral. Segundo o comunicado oficial, a decisão foi aprovada por três votos a favor (o director da FCC Kevin Martin e os comissários democratas Jonatahn Adelstein e Michael Coops) e dois contra (os comissários republicanos Robert McDowell e Deborah Tate).

Tal como se esperava, a Comissão ordenou à operadora de cabo que parasse com todas as práticas discriminatórias de gestão de tráfego" até ao final do ano e que divulgasse todos os detalhes relativos a estas práticas no prazo de 30 dias. No entanto e confirmando as previsões iniciais, a FCC não aplicou quaisquer sanções monetárias à empresa.

De acordo com a Comissão, o bloqueio selectivo do tráfego relativo a protocolos de P2P colocaram em causa os direitos dos utilizadores de acederem à Internet e de usarem as aplicações que quisessem: "As práticas da Comcast não são pouco intrusivas, como a empresa argumenta, mas sim invasivas e têm efeitos significativos."

Para além disso, a Comissão refere que a Comcast recorreu a técnicas do tipo deep packet inspection para monitorizar o tráfego de Internet dos seus clientes e encaminhou os pacotes de acordo com o seu conteúdo e não no seu ponto de destino: "Dito de uma forma simples, a Comcast abre o correio dos seus clientes porque pretende entregar o correio não de acordo com o endereço que consta do envelope mas com o tipo de letra que ele contem." Por fim, a FCC considera que ...

O bê-á-bá da máquina de extorsão e mentira da RIAA explicado aos juízes dos EUAPublicado 31 Jul 08

Ray Beckerman

Em princípio, o papel dos juízes consiste em fazer aplicar a Justiça em nome do povo. Como tal, pressupõe-se que a sua posição seja imparcial, esclarecida e fundada na verdade dos factos. No entanto, na prática é muito difícil atingir esse ponto de equilíbrio, sobretudo em áreas de Direito que desafiam as noções legais em que os sistemas jurídicos das sociedades contemporâneas se baseiam por dizerem respeito a tecnologias e comportamentos que ainda não se encontram tipificados e que não fazem parte do quotidiano da maioria da população.

Nos casos que dizem respeito à partilha online de ficheiros relativos a conteúdos protegidos por direitos de autor, esta situação de desajustamento entre a falta de competências e formação dos juízes encarregados de apreciarem estes casos e as potencialidades concretas da tecnologia é deveras gritante. Na maioria das situações em que cidadãos comuns e inocentes acabam por sair prejudicados, essas decisões estão erradas não por serem desonestas, por terem sido tomadas em má fá ou devido à corrupção mas pura e simplesmente por serem fruto da ignorância e do desconhecimento.

Ray Beckerman é um dos poucos advogados norte-americanos que domina realmente o funcionamento da Internet e das redes de partilha de ficheiros, sendo desde há vários anos um dos maiores defensores dos cidadãos que foram processados pela RIAA, a Associação da Indústria Discográfica Norte-americana. Mas infelizmente, a sua voz acaba por passar muitas vezes ao lado dos magistrados.

Recentemente, Beckerman foi convidado pelo The Judge's Journal, um jornal trimestral da Divisão Judicial da American Bar Association - a secção de juízes da "Ordem dos Advogados" dos EUA - a escrever um artigo para o número de Verão daquela publicação. Beckerman aceitou esta oportunidade única para dirigir-se directamente a milhares de juízes norte-americanos e escreveu ...

Alfândegas dos aeroportos poderão passar a destruir iPodsPublicado 31 Jul 08

A arma secreta da indústria discográfica e cinematográfica para travar por todas as formas a partilha de ficheiros - tanto online como offline - dá pelo nome de “Acordo de Comércio Anti-Contrafacção” (ACTA) e consiste num acordo comercial de âmbito internacional que se encontra a ser negociado entre representantes dos Estados Unidos, Comissão Europeia, Japão, Suiça, Canadá, Austrália, Coreia do Sul, México e Nova Zelândia.

Um dos pontos mais polémicos deste acordo secreto é o facto de conceder autoridade aos funcionários das alfândegas para revistarem computadores portáteis, iPods e outros dispositivos em busca de conteúdos potencialmente ilegais, bem como para confiscar e destruir equipamento sem que tenham sequer de obter uma queixa de um detentor de direitos. Mais ainda, os cartéis da Propriedade Intelectual querem também aplicar sanções criminais - e não apenas civis - a partilha online de ficheiros sem autorização dos titulares de direitos, equiparando-a assim de facto à pirataria com fins comerciais utilizando como justificação o argumento completamente falacioso de que se tratam ambas de práticas que prejudicam de igual modo o detentor de direito.

Para além de todo o processo de negociação da ACTA ter decorrido até agora em total secretismo - e se não fosse uma alma caridosa ter feito chegar anonimamente à Wikileaks o documento da proposta, a opinião pública mundial não teria tido qualquer conhecimento dele -, tudo foi feito de modo a deixar de fora os países periféricos que representam a maioria da população do globo e que seguem políticas que muito desagradam às editoras, estúdios de cinema, farmacêuticas e outras indústrias que dependem dos direitos de autor e das patentes.

A última reunião no âmbito das negociações sobre a ACTA está a decorrer desde terça-feira em Washington, nos Estados Unidos, e termina hoje. Como ...

Comissários da FCC apoiam neutralidade da rede contra o bloqueio dos torrentsPublicado 29 Jul 08

Ainda não existe uma decisão oficial mas tanto o Wall Street Journal como a Wired (AP) dão conta de que a Comissão Federal das Comunicação (FCC), a entidade reguladora do mercado de telecomunicações norte-americano, se prepara para anunciar esta sexta-feira, dia 1 de Agosto, uma decisão oficial em que deverá culpar a Comcast, uma operadora de cabo norte-americana, por ter bloqueado ilegalmente o tráfego de P2P dos seus clientes, em especial de BitTorrent.

Ao que tudo indica, o director da FCC Kevin Marvin conseguiu convencer os seus colegas comissários Jonathan Adelstein e Michael Copps a seguir a sua recomendação no sentido de obrigar a Comcast a parar com todas as medidas de traffic shaping como a redução da largura de banda concedida ao BitTorrent e outras redes de partilha de ficheiros e informar a FCC das medidas de controlo de tráfego que empregou até hoje O raspanete contra a operadora de cabo foi assim aprovado na sexta-feira passada por três dos seus cinco comissários da FCC.

Kevin Martin considerou ser imperativo que os consumidores tenham acesso ilimitado à Internet e congratulou-se por ter sido possível alcançar uma maioria de votos no sentido de atribuir à FCC a autoridade de impedir quaisquer tipos de bloqueio ou interferências ao acesso dos assinantes por parte dos fornecedores de acesso à Internet de banda larga. Do mesmo modo, os ISPs norte-americanos terão a partir de agora também que fornecer à entidade reguladora todos os detalhes a respeito das suas políticas de gestão de rede.

Tal como se previa, a recomendação não prevê a aplicação de qualquer tipo de multas ao ISP, apesar de milhares dos seus clientes se terem vindo a queixar de que não conseguiam fazer uploads de torrents e de velocidades de downloads bastante reduzidas desde ... peer-to-peer, tecnologias de controlo | 2 Comentários » | Continue linkarrow

Yahoo Music Unlimited: DRM volta a tramar os fãs de músicaPublicado 25 Jul 08

Yahoo Unlimited

A cena volta a repetir-se: um serviço de música online pertencente a um dos maiores gigantes da Internet encerra porque de repente os consumidores de música repararam que estavam a vender-lhes gato por lebre impingindo-lhe músicas protegidas com DRM e quem acaba por se tramar são os fãs de música mais incautos que perdem o direito a transferir os temas que compraram legalmente para outros computadores ou leitores portáteis de MP3.

Aconteceu em Abril passado com o já falecido MSN Music quando a MIcrosoft anunciou que iria deixar de emitir mais chaves de autorização para a música adquirida a partir do seu serviço e volta agora a acontecer com o serviço de subscrição e downloads de músicas Yahoo Music Unlimited que foi despachado em Fevereiro deste ano para a Rhapsody.

Recentemente, a Yahoo enviou aos seus antigos clientes um email (via Bit Player) informando-os que a sua plataforma de música deverá encerrar oficialmente as portas a 30 de Setembro pelo que depois dessa data a empresa deixará de suportar a emissão de chaves de licenciamento para toda a música adquirida a partir do Yahoo Music Unlimited. Estas licenças são indispensáveis para reproduzir e transferir as canções para outros dispositivos. Isto significa que a partir de Outubro as músicas ficam acorrentadas aos computadores onde essas faixas são reproduzidas e para as quais foram emitidas chaves. Se for preciso reinstalar o Windows ou se o computador se estragar, adeus música.

A única solução recomendada para evitar essa situação e que a Yahoo aconselha consiste em gravar as músicas para um CD e voltar a transferi-las para o computador. Mas esta solução é um mau paliativo, porque é preciso gastar CDs virgens, a qualidade sonora das faixas degrada-se consideravelmente e além disso os utilizadores perdem todos ...

ISPs britânicos aceitam notificar os partilhadores mas rejeitam suspensões do acessoPublicado 24 Jul 08

Reprimenda

Nada de "resposta gradual", nada de suspensões ou cortes do acesso à Internet, nada de multas, nada de impostos ou outro tipo de sanções legais. Não, o acordo estabelecido hoje entre seis fornecedores de acesso à Internet britânicos, a British Phonographic Industry (BPI) e a MPA - Associação da Indústria Cinematográfica - sob proposta do Department for Business, Enterprise & Regulatory Reform (BERR) do governo do Reino Unido prevê apenas o envio de milhares de mensagens de correio electrónico avisando os clientes daqueles ISPs suspeitos de partilharem músicas protegidas por direitos de autor das potenciais consequências e riscos em que eles incorrem se persistirem na sua actividade.

Nos termos do memorando (via Open RIghts Group), as notificações serão enviadas durante um período experimental  de três meses a cerca de mil infractores por semana pela Virgin Media, BSkyB, Carphone Warehouse, British Telecom, Orange e Tiscali. É evidente que a BPI, o organismo que representa os interesses da indústria discográfica britânica gostava de ter conseguido pressionar os ISPs no sentido de aplicar uma "resposta gradual" semelhante à solução francesa apresentada em Novembro por Denis Olivennes e que deu origem a um projecto de lei actualmente em discussão na França.

Em lugar da suspensão do acesso à Internet, os que reincidirem na partilha de  músicas sem autorização dos titulares dos direitos poderão ser alvo de eventuais medidas técnicas a negociar entre os fornecedores de acesso à Internet e a Ofcom, a entidade reguladora do sector das telecomunicações britânico. O comunicado do governo não especifica que tipo de medidas serão essas mas o The Times refere que os reincidentes e os internautas que partilharem mais poderão ver a sua velocidade de acesso diminuida. Para além do traffic shaping, outra medida passa pela ...