This page has been designed specifically for the printed screen. It may look different than the page you were viewing on the web.
Please recycle it when you're done reading.

The URI for this page is { http://remixtures.com }

Archives - Posts tagged as 'vídeo'

O Imeem está mais coolPublicado 1 Out 08

Apesar do acesso a todas as novas funcionalidades do MySpace Music estar vedado aos residentes fora dos Estados Unidos, isso não quer dizer que não possamos escutar via streaming e com toda a legalidade as músicas completas de artistas pertencentes ao catálogo das quatro maiores editoras discográficas do mundo. A verdade é que a partir do Imeem se podem encontrar milhões de músicas e vídeos. Para tal, é apenas necessário efectuar o registo. Desde Dezembro do ano passado que o site de streaming e rede social possui acordos de licenciamento com as quatro majors.

No entanto, quem quer que tentasse até agora encontrar o que queria realmente ouvir no meio da confusão e da desorganização generalizada do site passaria com certeza um mau bocado. O site pecava por uma falta de usabilidade no interface. Em suma, era uma balbúrdia!

A partir de hoje, as coisas melhoraram um bom bocado om o lançamento de uma nova versão do Imeem que inclui os destaques seleccionados pela equipa editorial do site, uma funcionalidade personalizada de recomendação de música nova e páginas específicas de artistas que agregam todos os seus conteúdos.

Como explica o fundador e director executivo da empresa Dalton Caldwell no seu blog (via ReadWriteWeb), as novidades são basicamente quatro. A primeira consiste numa nova secção de destaques denominada Spotlight que funciona como uma espécie de blog em que são promovidos os novos lançamentos musicais e cinematográficos das empresas parceiras do Imeem, críticas de música escritas pelos bloggers do site e uma playlist com selecções musicais. 

A outra secção nova, Discover, dá acesso a uma ferramenta personalizada de recomendação de música com base nos nossos hábitos musicais anteriores. ...

Universal Music quer criar um site de vídeos para concorrer com o YouTubePublicado 29 Set 08

Aparentemente, o YouTube tem rendido bastantes pageviews e receitas à Universal Music Group, a maior companhia discográfica do mundo. O seu canal no site de partilha de vídeos é o mais visto de sempre, com mais de 2,4 mil milhões de visualizações, muito à frente do segundo classificado que apenas possui 250 milhões de visualizações. Ao todo, mais de 450 mil utilizadores assinam o canal da UMG.

Uma vez que o contrato de licenciamento entre a editora e o YouTube deverá termina o final do ano, o patrão da UMG Douglas Morris está a pensar em lançar o seu próprio site de streaming de vídeos. Este foi pelo menos o rumor divulgado na semana passada pela Billboard e pela CNET. Embora a major não esteja a pensar em abandonar de um momento para o outro o YouTube, o Silicon Alley Insider considera que um site semelhante ao Hulu - que transmite séries de televisão e filmes completos com alta qualidade de imagem e que é gerido por uma joint-venture formada entre a NBC e a News Corp. de Rupert Murdoch - mas poderá ser um trunfo poderoso quando chegar a altura de renovar os termos do acordo na mesa das negociações.  

De acordo com o mesmo blog, a UMG "estima que poderá gerar 100 milhões de dólares em receitas de vídeo durante este ano, sendo a maioria resultante do digital - o que significa que a maioria dos dólares que obtém com o vídeo têm origem no YouTube." No entanto, a Universal acha que ainda é possível extrair mais dinheiro com as receitas publicitárias investindo na criação de um site de vídeos dedicado exclusivamente ao streaming de clips com elevada resolução de imagem, com a vantagem de não ter ...

Oasis chamam a atenção com acções de rua e MP3s a preços reduzidosPublicado 26 Set 08

Apesar de não serem uns "mãos-largas" como os Radiohead ou os Nine Inch Nails, os britânicos Oasis dos irmãos Gallagher têm vindo a recorrer a uma série de manobras de marketing inovadoras para promover o seu próximo álbum, Dig Out Your Soul, que será lançado um pouco por todo o mundo no dia 6 de Outubro - menos nos EUA, onde chegará apenas no dia seguinte.

Em parceria com o New Musical Express e o Arts Council de Inglaterra, a banda decidiu oferecer juntamente com a edição de 17 de Setembro do jornal um CD-ROM com imagens, pautas e letras de algumas das músicas do novo álbum com vista a que os fãs efectuem o upload das suas versões alternativas e remisturas num microsite específico. Poucos dias antes, a 12 de Setembro o grupo britânico contratou artistas de rua de Nova Iorque para que eles aprendessem a tocar quatro das faixas do álbum (os temas inéditos “The Turning,” “Bag it Up”, “(Get Off Your) High Horse Lady” e o single “The Shock of the Lightning).

Depois de aprendida a lição, os artistas interpretaram as músicas um pouco por toda a cidade. A banda convidou os fãs a filmarem as actuações e a publicarem os vídeos no YouTube. Esta quarta-feira, os Oasis anunciaram que Dig Out Your Soul será disponibilizado online em duas versões: uma destinada às lojas convencionais que inclui todas as 11 faixas do disco e outra versão em formato MP3 a um preço reduzido que vem com menos um tema, "Get Off Your High Horse Lady", de acordo com a Billboard.

Esta versão poderá ser descarregada a partir de Oasisinet.com, o site oficial da banda por cinco libras (6,30 euros), o que não ...

MixTube combina YouTube com MuxtapePublicado 24 Set 08

Para quem não se interessa muito com a qualidade áudio das músicas que ouve, o Songza é um serviço bastante jeitoso na medida em que permite pesquisar por canções na base de dados do YouTube e reproduz o áudio dos vídeos disponibilizados no site de partilha de vídeos a partir de um interface atraente e minimalista. Mas embora o Songza possibilite a partilha de playlists, esta funcionalidade encontra-se algo escondida no meio do site.  

Pois bem, alguém pegou no código-fonte aberto do OpenTape - baseado no malogrado Muxtape, um serviço de partilha online de mixtapes encerrado por ordem da RIAA - e acrescentou por cima a API do player do YouTube. O resultado é o MixTube, um híbrido entre o Muxtape e o YouTube que permite criar playlists apenas com a indicação dos endereços dos vídeos que nós pretendemos acrescentar.  Do mesmo modo, também é possível gerar automaticamente uma mixtape mediante a introdução do nome de um utilizador do YouTube.

Antes de gerar a nossa playlist, podemos alterar a ordem das músicas à nossa vontade, bastando para tal arrastá-las e largá-las. Depois de criada a playlist, podemos optar por escutar as faixas em modo aleatório. No final, o site devolve-nos um endereço para que todos os nossos amigos e conhecidos possam aceder à playlist que acabámos de criar. Outra funcionalidade interessante que o MixTube oferece é a pesquisa por nomes de músicas ou artistas nas listas criadas por outros utilizadores.

A grande vantagem em relação ao Muxtape é que os responsáveis pelo serviço não têm que alojar ficheiros MP3 em servidores próprios. Do mesmo modo, os utilizadores não precisam de fazer quaisquer uploads. Logo aí, isto assegura que o MixTube não será alvo das mesmas complicações legais que ...

Pirate Bay continua expansão intergalácticaPublicado 22 Set 08

O ritmo de crescimento da "Baía dos Piratas" continua sem dar quaisquer sinais de abrandamento. Ainda não foi nem há nove meses que o Pirate Bay ultrapassou a fasquia dos 10 milhões de utilizadores e no entanto ontem os administradores do site de BitTorrent deram conta no seu blog de dois novos feitos: mais de três milhões de utilizadores registados e muito mais do que 14 milhões de pares (peers) ligados durante boa parte de um dia regular.

O número de torrents, por outro lado, já é superior aos 1,4 milhões. E pensar que em Dezembro de 2006, o site contava com "apenas" 576 mil torrents e 1,4 milhões de torrents - de acordo com os dados do TorrentFreak que estima que neste momento o Pirate Bay devolve entre sete a oito milhões de resultados de pesquisa por dia e cerca de 230 milhões ao mês.

Números expressivos como estes e como os do MiniNova e do IsoHunt são bem a prova de que a indústria discográfica continua a viver no mundo da lua se acredita que alguma vez as subscrições e os serviços de "downloads ilimitados" irão fazer com que aqueles que chama de piratas parem de partilhar e se transformem subitamente e de um momento para o outro em egoístas. O P2P implica um ethos de partilha que nenhuma ameaça da suspensão ou mesmo corte da ligação à Internet irá conseguir comprometer.

Hão-de haver sempre formas de contornar os obstáculos, de dar a voltar por cima e de fintar todas as tecnologias de filtragem de conteúdos que os executivos das grandes editoras. Pura e simplesmente, se estas empresas pretendem combater a "pirataria" elas terão que unir-se com aqueles sites que já são hoje em dia alguns dos mais distribuidores de conteúdos ...

Britânicos partilham menos ficheiros e vêem mais vídeos via streamingPublicado 4 Set 08

No início de Agosto referi aqui que a operadora de telecomunicações norte-americana AT&T registou já este ano quebras na ordem de 20 por cento no tráfego de P2P - isto face a um crescimento enorme do tráfego de streaming de vídeo. Mas não é só dos Estados Unidos que surgem sinais de que os sites e serviços de streaming de videos como o Youtube, o Hulu ou o iPlayer da BBC estão a ganhar a guerra contra o P2P.

Esta semana, a Ars Technica divulgou algumas estatísticas publicadas pelo ISP britânico PlusNet em Julho que corroboram esses dados: o tráfego de Peer-to-Peer está de facto a diminuir a olhos vistos. Embora o P2P ainda represente 25,93 por cento do tráfego que passa pela rede da PlusNet, no ano passado essa percentagem era de 35,95 por cento. Convertendo isso em números brutos, verificamos que de 13,4 Terabytes ao dia, as partilhas desceram para 12,2 Terabytes. Em termos diários, o seu peso diminuiu 8,75 por cento face ao ano anterior.

Agora comparem o desempenho do P2P com o streaming cujo tráfego diário cresceu 168,9 por cento entre os clientes da PlusNet durante o período de um ano. Isto muito embora o tráfego global diário de Internet tenha crescido 26,5 por cento ao longo desse ano. Não obstante o facto do streaming ainda contar com apenas 6,57 do tráfego total, se a tendência se prolongar é bastante provável que o streaming ultrapasse os downloads a partir do BitTorrent e eMule dentro de poucos anos.

Segundo a PlusNet, estas transformações podem ser atribuídas tanto à recente campanha de intimidação contra os partilhadores britânicos como ao facto dos produtores de conteúdos estarem lenta mas decididamente a abandonar todas as reticências anteriores em relação à ...

YouTube: para quê remover os vídeos quando se pode monetizá-los?Publicado 1 Set 08

De antro de piratas carregado de vídeos com fraca qualidade, o YouTube começa lentamente a ser encarado pelas grandes companhias de entretenimento e outros detentores de direitos como um site respeitável, capaz de constituir uma fonte de receitas adicional graças à publicidade incorporada em alguns clips.

Numa entrada recente do blog oficial da Google, o gestor de produto David King revelou que 90 por cento dos seus parceiros que recebem notificações automáticas de infracção dos seus direitos de autor preferem partilhar as receitas publicitárias geradas pelo vídeo disponibilizado ilegalmente por um utilizador em lugar de removê-lo. Este é exactamente o mesmo tipo de conteúdos que muitas dessas empresas optavam até muito recentemente por remover.

Os mais de 300 parceiros do Google na indústria de conteúdos estão a utilizar o sistema Video ID - lançado no ano passado e recentemente renomeado de Content ID - que identifica automaticamente todos os materiais potencialmente ilegais e notifica os seus proprietários. Estes podem então optar por removê-los, promovê-los ou monetizá-los. Apesar de King não especificar nenhuma dessas companhias, um artigo publicado no mês passado pelo New York Times indica que incluem nomes como a cadeia de televisão CBS, a produtora de videojogos Electronic Arts, o estúdio de cinema Lionsgate e a editora discográfica Universal Music.

Estes parceiros foram escolhidos por serem aqueles cujos vídeos obtêm um maior número de visualizações em todo o site. Mesmo tendo em conta que o dinheiro gerado com os anúncios ainda é por enquanto uma ninharia - uma vez que eles apenas aparecem numa pequena minoria de todos os vídeos exibidos pelo Youtube - Uma das vantagens que estas companhias obtêm é que os seus vídeos conseguem obter uma maior exposição, sendo colocados em lugares de destaque nos resultados ...

Juiz defende uso justo contra Universal no caso do vídeo do bebé dançarinoPublicado 24 Ago 08

aqui referi brevemente a história do vídeo do bebé norte-americano filmado a dançar numa cozinha ao som de "Let's Go Crazy" de Prince que deu origem a uma batalha judicial entre a Universal Music Group, a editora que possui os direitos fonográficos sobre a música e Stephanie Lenz, a mãe do bebé dançarino.

Depois de publicar esse vídeo com uma duração de 29 segundos no YouTube, Lenz recebeu um email da equipe do site de alojamento e partilha de vídeos informando-a de que o vídeo seria removido a pedido da Universal Music por violação dos seus direitos de autor, ao abrigo da Digital Millenium Copyright Act, uma lei de 1998. A senhora Lenz não se fez rogada e apresentou uma contra-notificação argumento que o vídeo se encontrava protegido pela doutrina do fair use ou uso justo que autoriza o utilizador a reproduzir obras de uma forma acessória em casos de boa fé como paródia, crítica ou no âmbito educacional ou jornalístico sem autorização do detentor de direitos desde que isso não acarrete prejuízos financeiros para este.

Em Outubro de 2007 Lenz instaurou um processo à Universal com a ajuda da Electronic Frontier Foundation (EFF) por a editora ter enviado um pedido automático de remoção do vídeo à YouTube sem verificar se o conteúdo em questão violava de facto os interesses comerciais dos seus direitos. Segundo a EFF, o vídeo era claramente um uso justo e para além disso a música de Prince era praticamente inaudível. Enquanto isso, a YouTube lá voltou a colocar o vídeo online.

Embora um tribunal federal tenha indeferido o processo contra a UMG em Abril deste ano, a EFF voltou a apresentar uma segunda queixa dez dias mais tarde. Por seu lado, a Universal apresentou uma moção ...

Ouçam as quatro músicas do novo disco dos U2 que Bono deixou vazarPublicado 18 Ago 08

Se este Verão passarem ao pé de uma casa de férias algures no Sul da Europa pode ser que tenham a sorte de darem de caras com a residência de Verão de um músico de uma superbanda Pop ou outra vedeta excêntrica da música popular que acaba de gravar o seu novo disco e decidiu justamente presentar os seus vizinhos com uma sessão de passagem de faixas do álbum aos altos berros.

Foi o que aconteceu no final da semana passada quando, de acordo com o jornal britânico The Sun, um fã holandês dos U2 que estava a passar em frente da villa palaciana de Bono em Eze, na Côte d'Azur (sul de França), reconheceu a voz do cantor e aproveitou para gravar quatro temas do novo disco da banda No Line On The Horizon que o vocalista dos U2 decidiu tocar aos altos berros na sua aparelhagem para que toda a vizinhança ouvisse.

Presenteado com esta "dádiva" do próprio Bono, o fã não perdeu tempo a fazer o upload das músicas que registou para o Youtube. Embora as faixas tenham sido rapidamente removidas do site de partilha de vídeos, elas acabaram por ir parar a inúmeros sites de BitTorrent.

As quatro canções "vazadas" são o tema-título do disco No Line On The Horizon - cuja data de lançamento oficial nas lojas está marcada para Novembro - "Sexy Boots", "Moment Of Surrender" e "For Your Love". Quem quiser ouvi-las, pode fazê-las a partir do Vulture (via Idolator) que as disponibilizou num widget. Convém, no entanto, alertar os mais puristas em relação à fiabilidade do som porque a qualidade destas músicas é - como não poderia deixar de ser... - bastante má. Como se as limitações da própria fonte de captação do som ...

Compositores britânicos ganham dinheiro com vídeos de utilizadores no YoutubePublicado 12 Ago 08

Os mais de 60 mil compositores e publishers de música britânicos que pertencem à sociedade de gestão colectiva de direitos de autor MCPS-PRS Alliance têm razões para estarem satisfeitos. É que apesar das receitas resultantes dos royalties relativos aos direitos de reprodução mecânica - vendas de CDs - terem descido 15 por cento durante o primeiro semestre de 2008, o montante derivado dos serviços online como a loja do iTunes cresceu 40 por cento durante esse período, como se pode ler no comunicado oficial.

No total, o dinheiro arrecadado em royalties somou 286,1 milhões de libras (365 milhões de euros), o que representou um aumento de seis por cento em relação ao mesmo período de 2007. Nada mau para quem se costuma queixar tanto de que o P2P e os downloads ilegais estão a ameaçar o ganha-pão dos criadores.

Para além do contributo do iTunes, os responsáveis pela MCPS-PRS Alliance atribuem o aumento do dinheiro a distribuir aos compositores à publicação de vídeos produzidos por utilizadores e disponibilziados no YouTube em que os fãs se filmam a si próprios interpretando versões dos seus ídolos ao jeito karaoke.

Contudo, apesar dos royalties online terem subido bastante, eles apenas ainda representam 2,5 por cento - sete milhões de libras (nove milhões de euros) - das receitas totais arrecadadas em licenças de direitos de autor pela MCPS-PRS. Em Fevereiro dei aqui conta de que esta sociedade de gestão colectiva tinha recolhido 562 milhões de libras (cerca de 717 milhões de euros) durante o ano de 2007.

Em termos de formatos físicos como CDs e DVDs, as vendas desceram nove por cento em relação ao ano passado, de 82,3 milhões de libras (105 milhões de euros) para 74,7 milhões de libras (95 milhões de euros). Apesar das ...